quinta-feira, 12 de abril de 2012

Negra Solidão

 

 



 

 

 

Negra solidão.

No cúmulo da dor,
O grito de uma alma...
Em desespero!

O triturar de emoções vãs
Desvanece desejos sublimes,
Arrastados no inferno flamejante

Pela púrpura e cadavérica morte...

 

 

 

 

 

Aparições Fantasmáticas











Aparições fantasmáticas...
Irrompem na vasta floresta negra.
Sombras difusas movem-se na noite...
Um luzir de olhos,
Passeia por fatias de escuridão...
Com o bulir de ramos espectrais,
Espíritos ofegantes e dormentes,
Deslizam entre faunas de negro intenso
E despencam em abismos lúgubres...




Obscuras Nuvens









Obscuras nuvens...
Sulfurosas emanações!
Evoluem no ar...
Queimando os pulmões!



segunda-feira, 13 de junho de 2011

ECOGORE

Mata, natureza, mata!
Os humanos desbarata!
Com ódio no coração,
Rege total destruição!


Bebe o sangue pútrido!
Sorve-o com prazer brutal!
Faz do mundo carcomido,
Teu sádico manancial!


Num acto de blasfemação,
Retalhando tua presa,
Dá-lhe eterna danação!
Chacina com agudeza!!!


Depois de: decapitares,
Violares, decepares,
Com novo ódio dana,
Mortifica e profana!

JACK, O ESTRIPADOR

No carmim chão sepultado,
Jaz um corpo transmutado,
Decepado, desunido,
Disforme e sem sentido.


Por ele desbaratado,
Nas trevas da negra noite,
Para sempre estripado,
Pela sua mortal foice.


Apenas ódio sente,
Por essa humana gente,
Livre será para sempre,
Matando eternamente.


Sádico chacinador,
Lunático matador,
Isso é, e muito mais...
Pois também matou seus pais!!!